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Cirurgia ginecológica

A profilaxia de cirurgia ginecológica é muito estudada devido a questão de ser uma cirurgia contaminada e as diferenças entre a histerectomia vaginal versus abdominal. Existem mais de 80 trabalhos controlados e bem desenhados. Quando comparado com placebo, a profilaxia foi benéfica, sendo devidamente indicada. Entre os antibióticos estudados, a cefazolina apresenta o maior número de trabalhos e existe discreta variação entre eles sobre a vantagem de outros antibióticos. De uma forma geral, não existe benefício das cefalosporinas de 3ª. geração e cobertura para anaeróbios não apresenta benefícios. As cefalosporinas de 1ª. geração ainda são as drogas de escolha (52,53,54,55,56,57,58,59,60,61,62,63,64,65,66,67,68,69,70,71,72,73,74,75,76,77,78,79,80,81,82,83,84,85,86,87,88,89,90,91,92,93,94,95,96,97,98,99,100,101,102,103,104,105,106,107,108,109,110,111,112,113,114,115,116,117,118,119,120,121,122,123,124,125,126,127,128,129,130,131,132,133,134,135,136,137,138,139,140,141) [A-I]. Cirurgia de mama também tem benefício no uso de profilaxia com atnibiótico (142,143,144) [A-I].

Procedimento

Antibiótico

Dose indução

Intra-operatório

Pós-operatório

Duração

Cirurgia de mama (nodulectomia, quadrantectomia, mastectomia e estética com prótese)

Cefazolina [A-III]

1000mg IV

1000mg IV 4/4h

Não indicado

Intra-operatório

Cirurgia ginecológica (histerectomia, abortamento, ooforectomia, miomectomia, perioplastia, cistocele, retocele, uretrocistopexia)

Cefazolina [A-I]

1000mg IV

1000mg IV 4/4h

Não indicado

Intra-operatório



 


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